Poder!
Leitura Bíblica
Atos 13.4-12
O reino de Deus não consiste de palavras, mas de poder (1Co 4.20).
Em férias numa zona rural, eu e minha esposa presenciamos uma competição de tratoristas. Um bom número de tratores de diversos estilos entraram, dois a dois, perante seus torcedores. Um a um foram eliminados, até que dois finalistas tomaram suas posições. Novamente foram acorrentados traseira a traseira. Dado o sinal, as rodas cavavam cada vez mais fundo no chão, mas nem um nem outro parecia ganhar vantagem. A tensão aumentou quando um começou a arrastar seu oponente, o qual logo concedeu a vitória. Foi bem interessante. Todos nós gostamos de ver demonstrações de força ou poder, seja físico ou espiritual. Seguindo nosso texto, vemos que desde o início da divulgação do evangelho os mensageiros dependiam do poder prometido por Jesus (Mt 18.28; At 1.8). No caso em pauta, se não fosse o poder de Deus, as palavras do feiticeiro poderiam ter vencido, mas o poder de Deus trouxe cegueira ao falso profeta, convencendo o oficial romano de que a mensagem era realmente a verdade de Deus. Converteu-se ao evangelho, que “é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê” (Rm 1.16).
Há quem se admire que um sermão de palavras bem-escolhidas e pregadas com eloqüência às vezes produz menos resultados do que os testemunhos simples de cristãos. O segredo: o reino de Deus consiste em poder, segundo nosso versículo acima. Quer seja um testemunho, quer um sermão, este poder depende de um relacionamento íntimo com o Senhor do qual fala. Implica você receber o poder de Deus para modificar continuamente a sua vida. Requer prontidão para aceitar o que a Bíblia ensina: que de natureza somos egoístas e que precisamos de uma nova atitude de humildade, resultado do aprendizado de Jesus: “Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas” (Mt 11.29). Tome o jugo da vontade de Cristo e conte com seu poder! - TL
Dr. Arnaldo
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
OS VENTOS CONTRÁRIOS
OS VENTOS CONTRÁRIOS
A Bíblia afirma
que, na viagem de Paulo como prisioneiro enviado a César, o tempo e as
condições meteorológicas não eram favoráveis. Os que conduziam o navio
procuravam caminhos seguros , buscando abrigo nos portos, mas os ventos contrários
não lhes permitiam. O mundo presente também traz os seus ventos contrários
àqueles que querem viver em justiça e no agrado de Deus. Luta-se a cada dia
contra as correntezas dos interesses próprios e da avareza humana. Tudo isso
empurra para um naufrágio espiritual na cegueira, trazendo morte aos que não
conhecem o Senhor Jesus. Se fixarmos o olhar somente nesses ventos contrários,
certamente submergiremos. No entanto, o nosso Deus alerta: “Olhai para mim e
vivei, vós, todos os termos da terra”. Precisamos mais do nunca “acordar” o
Mestre que está no barco conosco, pois ele, Jesus, é o único que pode acalmar o
mar e as tempestades que trazem os ventos contrários da destruição. “Quem é
este que até os ventos e o mar lhe obedecem?”, perguntaram os discípulos.
Descobriram então que bem junto a eles não estava simplesmente um filósofo, um
contador de histórias ou coisa semelhante; estavam diante do próprio Deus, que
se fez carne, habitou entre nós cheio de graça e verdade; um Deus tremendo e
poderoso que “trabalha para aquele que nele espera”. Se os ventos contrários da
vida te levam a um caminho de morte e destruição; se tiveres entendido que isso
que passa contigo é anormal e não tem nada a ver com a vontade de Deus para a
tua vida, abaixe a vela do teu barco e, como diz um velho hino, “Tome os remos
na mão e navega com fé em Jesus...”. E mesmo caminhando devagar, estarás
caminhando para o lugar certo, onde o nosso Deus te espera; arrependido,
contrito e confiante nele, e nada te faltará. Forte abraço neste final de
semana. AJS
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Natureza
Quando
olhamos para a natureza ficamos impressionados com tanta beleza, isso porque
não olhamos para uma coisa simples e sim para a criação de Deus. Olhamos para
algo que o próprio Deus afirmou ser muito bom. No registro da criação, vemos a
declaração de Deus dizendo: “...viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado
muito bom” (Gn 1.31). A criação vai além da sua beleza, ela também reflete a
glória de Deus. O Salmo 19 diz que os céus declaram a glória de Deus, proclamam
a obra das suas mãos. Olhando para a criação o homem pode reconhecer a
existência de Deus. Ele se manifesta e pode ser visto através das coisas que
criou. Romanos 1.20 afirma que: “desde a criação do mundo os atributos
invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos
claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas...” O Salmo 19 e
também o Salmo 8 dizem que em toda terra pode se ouvir a voz de Deus, cuja
glória é cantada nos céus. O salmista está se referindo à beleza dos céus, da
lua e das estrelas que são obras das mãos de Deus. A natureza, até mesmo sem
palavras ou algum som, grita sobre a existência e a glória de Deus.
Infelizmente muitas vezes o homem prefere ignorar a presença de Deus. Vive
desapercebido de Deus, não glorifica o seu nome, não reconhece que precisa de
sua ajuda. Em uma atitude egoísta, tem destruído a natureza criada por Ele. Tem
esquecido a ordem de Deus para que o homem subjugasse e dominasse seu ambiente.
Tem deixado de cumprir a ordem de cuidar da terra. Esquece que o controle da
poluição, o cuidado com as florestas, rios, meio ambiente é responsabilidade
moral do homem. Portanto ao olhar para a beleza da natureza, perceba que você
está olhando para a obra da criação de Deus. Lembre-se de que você não está
sozinho neste mundo e também que é responsabilidade nossa ter cuidado especial
com a natureza. Cuidar e contemplar a natureza é cuidar de si mesmo e
glorificar a Deus.
Assinar:
Comentários (Atom)
